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UMA VIDA ILUMINADA
A memória é quem constrói nossas paixões. A história é composta de lembranças de fatos e sensações. A cada segundo, vivemos nossa própria micro-história, que de uma forma ou de outra, vai desaguar no rio da saudade que se chama História, a universal, a que tem todas as nossas histórias juntas, nossas tristezas e aqueles momentos em que o riso irrompe do peito.
LUCKY
Um homem solitário e ranzinza confronta a chegada da morte. Com quase 90 anos, ele segue uma rotina espartana: faz alguns exercícios de ioga pela manhã, depois pega o chapéu e caminha através de uma paisagem árida de cactos numa cidadezinha no meio do nada. Trava conversas aleatórias sobre religião, filosofia, moral, game shows da TV, saúde e a morte numa cafeteria e num bar. Enquanto fuma muitos, muito cigarros.
THE HANDMAID'S TALE
“A mulher? É muito simples, dizendo os amadores de formas simples; é uma matriz, um ovário; é uma fêmea, e esta palavra basta para defini-la.” É com esta frase que Simone de Beauvoir abre o primeiro capítulo de O segundo sexo. Para discutir a posição da mulher no mundo, é necessário pensar o lugar que seu corpo ocupa no mundo, ou seja, pensar quais experiências lhe são permitidas e negadas a partir da diferença sexual e quais significados essas diferenças assumem. Não vivemos tão somente enquanto corpos-objetos descritos pelos cientistas, mas enquanto corpos submetidos aos processos de subjetivação e às relações de poder vigentes.
A FEITICEIRA (1964)
No dia 17 de Setembro de 1964 ia ao ar pela rede de TV americana, American Broadcasting Company (ABC), um dos melhores seriados de todos os tempos, o título original Bewitched, que do inglês significa "enfeitiçado".
Aqui no Brasil, o seriado ficou conhecido como A Feiticeira e em Portugal, se chamou Casei-me com uma feiticeira.
CENOGRAFIA DO FILME ASSASSINATO NO EXPRESSO DO ORIENTE
O detetive Hercule Poirot (Kenneth Branagh) embarca de última hora no trem Expresso do Oriente, graças à amizade que possui com Bouc (Tom Bateman), que coordena a viagem. Já a bordo, ele conhece os demais passageiros e resiste à insistente aproximação de Edward Ratchett (Johnny Depp), que deseja contratá-lo para ser seu segurança particular. Na noite seguinte, Ratchett é morto em seu vagão. Com a viagem momentaneamente interrompida devido a uma nevasca que fez com que o trem descarrilhasse, Bouc convence Poirot para que use suas habilidades dedutivas de forma a desvendar o crime cometido.
ILHA DO MEDO
Scorsese constrói uma pesada e tensa atmosfera típica dos filmes noir (gêneros de filme norte-americano dos anos 1940-50 notabilizado pela fotografia em preto e branco com alto contraste e personagens com motivações cínicas em um mundo que se desfaz em névoas e chuva), com toda a iconografia e simbologia do gênero (neblina, fogs, fumaça de cigarros, chuvas e tempestades, overcoats, vidros e espelhos) sobre a estória de dois policiais federais (Teddy – Di Caprio e Chuck – Mark Ruffalo) que desembarcam numa ilha onde está instalado um manicômio judiciário. Estão lá para desvendar o mistério do desaparecimento de uma prisioneira em uma ilha cuja fuga é impossível.
FORÇA PARA VIVER
Após a morte de seu filho adolescente, Sam (Billy Crudup) abandona a carreira de executivo e se vê cada vez mais perto do fundo do poço. Desmotivado, ele acaba encontrando forças quando recebe de sua ex-esposa (Felicity Huffman), uma caixa com objetos que pertenciam ao garoto.
KEITH MALLETT
Keith Mallett é um pintor nascido na Pensilvânia. Sua arte foi escolhida para a capa da ‘Chicken Soup for The African American Soul’, a primeira coleção a lidar exclusivamente com a experiência dos afro-americanos. Sua obra pode ser encontrada em muitas coleções particulares. Nos últimos anos, ele também fez trabalhos como ceramista e gravurista.
DOZE HOMENS E UMA SENTENÇA
O réu é um marginalzinho qualquer, um vagabundo de quinta que não compreende o valor da vida humana e por isso 11 dos jurados decidem logo de cara; ele é culpado. No caso de julgarem que ele seja culpado, no entanto, a pena de morte é mandatória. Mas, de que importa? Um tipo como esse não merece andar pelas ruas livremente como um cidadão de bem. De fato, não merece andar em lugar algum.
HOW TO GET AWAY WITH MURDER
How to Get Away with Murder (Como se sair impune de um assassinato), que estreou nesta quinta (5), às 21h30, no canal Sony, tem os clichês de qualquer série sobre advogados, como um caso especifico a ser resolvido em cada episódio. A novidade do novo drama da roteirista Shonda Rhimes (de Grey’s Anatomy e Scandal) é a trama eletrizante, com edição ágil, cheia de intrigas, cinismos e surpresas.
MISTRESSES - 1ª TEMPORADA
Mistresses é uma adaptação de KJ Steinberg da série britânica exibida na Inglaterra entre 2008 e 2010, criada por Rachel Anthony, S.J. Clarkson e Lowri Glain. O remake americano é estrelado por Yunjin Kim, atriz que ficou famosa como Sun Kwon na série Lost, Jes Macallan, Rochelle Aytes (The Forgotten) e Alyssa Milano(Charmed/Jovens Bruxas).
WHIPLASH
Conhecido pelos roteiros de “O Último Exorcismo – Parte 2” e “Toque de Mestre“, o jovem diretor de apenas 29 anos Damien Chazelle chega ao grande circuito com o seu novíssimo longa, “Whiplash: Em Busca da Perfeição”.
O roteiro, escrito pelo próprio diretor, conta a história de Andrew Neiman (Miles Teller), um jovem baterista de jazz cujo único objetivo na vida é chegar ao topo do seu conservatório de música.
BIRDMAN
No caminho do cinema, deslizei o dedo pela ultima vez natimeline do celular e esbarrei em duas leituras tão contundentes quanto díspares sobre Birdman, filme de Alejandro Gonzalez Iñarritu favorito ao Oscar deste ano. Uma das leituras exaltava as qualidades técnicas do filme - a fotografia entre o escuro dos bastidores e as cores do palco e da rua, a sequência sem cortes perceptíveis, as referencias de Hitchcock a Antonioni, passando por Fincher e Lynch, a atuação de Michael Keaton, o retrato do mundo da fama, dos críticos, do nosso medo da invisibilidade. Outra leitura apontava uma lista de clichês sobre o herói em crise americano: o grande ator e mau pai de família, instável e inseguro, que brilha na tela e sofre no camarim.
HOUDINI
"Houdini" minissérie do canal History estrelada pelo incrível Adrien Brody é um ótimo entretenimento. Produzida por Gerald W. Abrams, (pai de J.J. Abrams), roteirizada por Nicholas Meyer e dirigida por Uli Edel (O Grupo Baader Meinhof - 2008).
Com dois episódios a história apresenta a vida do mágico Harry Houdini (Adrien Brody). Vindo de uma infância pobre ele conhece o sucesso quando se torna um grande ilusionista.
MARCO POLO - 1ª TEMPORADA
Enfrentar a Rota da Seda era uma jornada perigosa para os viajantes no século XIII. Mas a dimensão dos feitos deles se oferece como uma aventura pronta para um bom roteiro de televisão sem riscos de cair na monotonia. Com “Marco Polo”, a Netflix aliou as cores vivas desses périplos a milhões de dólares investidos em filmagens na Itália, na Malásia e no Cazaquistão. O resultado é uma série de dez episódios disponíveis desde ontem e com tantos altos e baixos quanto a via sem pavimentação que separava Oriente e Ocidente.
ELEPHANT
Um dia aparentemente comum na vida de um grupo de adolescentes, todos estudantes de uma escola secundária de Portland, no estado de Oregon, interior dos Estados Unidos. Enquanto a maior parte está engajada em atividades cotidianas, dois alunos esperam, em casa, a chegada de uma metralhadora semi-automática, com altíssima precisão e poder de fogo. Munidos de um arsenal de outras armas que vinham colecionando, os dois partem para a escola, onde serão protagonistas de uma grande tragédia.
MINORITY REPORT: A NOVA LEI
EM 1865, Júlio Verne contou a história de três astronautas que saem da Terra rumo à Lua. Ele previu o efeito da falta de gravidade e até o tamanho da cabine dos viajantes. Mais de 100 anos depois, a Apollo 11 chegou lá. Nos anos 1980, William Gibson cantou a bola do “ciberespaço” bem antes de você fazer suas primeiras pesquisas no site Cadê?. Arthur C. Clarke, H.G. Wells e Ray Bradbury também engrossam a lista de autores de ficção científica que previram inovações tecnológicas e sociais que, décadas depois, passaram a fazer parte do mundo real. O conto de Phillip K. Dick que inspirou o filme Minority Report: A Nova Lei faz uma previsão bem ousada.
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