Freud disse um dia: “O humor é um dom precioso e raro”. O pai da psicanálise mostra o seu humor sarcástico numa história real, acontecida em 1938, quando teve que deixar a Áustria, depois que sua filha Ana foi presa e interrogada pelos nazistas.
Ele foi obrigado a assinar um documento, dizendo que não sofrera maus tratos e, com ironia fina digna do humor negro, acrescentou com sua própria letra:“Posso recomendar altamente a Gestapo a todos.”
Ou seja, fazer humor é saber lidar com o sofrimento através de palavras que fazem rir. É transformar a tragédia em algo risível e assim, triunfar sobre a dor.
